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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

CD tem capa interativa

Agência tcheca Hubero Kororo criou a embalagem interativa do CD Pappel Talks, dos músicos Andrea Neumann e Ivan Palacky, uma mistura de sons de máquinas de tricô e piano (!), do selo Uceroz. Quando o lacre da embalagem do CD é retirado, a tinta é liberada e “sangra” na capa do CD. Foram produzidas apenas 60 cópias em uma primeira edição. Devido ao sucesso (pelo jeito, mais da embalagem que da música), foram produzidas mais 40 unidades.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Punk com ar retrô

Caixa do álbum da banda punk Gallucci.





"Gallucci é uma banda punk com grandes influências do final dos anos 80. A banda tem a pura essência do som punk e o álbum foi inteiro gravado em fita, para capturar o som e o sentimento daquela década."

Hampus Jageland, designer sueco autor do projeto

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Plástico reciclado na construção de casas

O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.

As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.

“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a embalagem plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.


Telha feita de garrafa PET pela Telha Leve (Fotos: Divulgação)

O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana ("tipo cogumelo", feita de concreto e que não necessita de vigas).

A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.

“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.

A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.


Cores diferentes de telhas de plástico reciclado

Reportagem reproduzida de: Yahoo! Zap|Imóveis

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Sucesso aposentado

Lançado em 1927 pela Companhia Cervejaria Brahma, o Guaraná Brahma atingiu o auge de seu sucesso na década de 1980, quando a empresa inovou na embalagem da bebida, aposentando a garrafa standard e apresentando a inconfundível garrafa marrom com “gominhos” – tanto a de 1 litro quanto a de 290 mililitros.

O formato da garrafa foi estendido para todos os refrigerantes da marca. Cada bebida tinha a embalagem de uma cor: âmbar para o Guaraná, verde para o Limão Brahma e incolor para a Sukita e para a Água Tônica.

Com a união da Brahma com a Cervejaria Antarctica, em 2001, a AmBev preferiu ficar com a opção mais aceita no mercado: o ex-concorrente Guaraná Antarctica. A marca da Brahma começou a ser retirada do mercado em 2004, até sumir.

Nota publicada no Almanaque da EmbalagemMarca Nº 121 - Setembro de 2009


Anúncio do Guaraná Brahma datado de 1985

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O maior copo de cerveja do mundo



O pub Auld Dubliner, da Califórnia, entrou para o Guinness Book, ao fazer o maior copo de cerveja do mundo. Com 2,44 metros de altura, ele tem capacidade de 1.628 litros de cerveja. Somente o copo vazio pesa 408 kg.

Fonte: G1 / Foto: Reprodução

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A embalagem é a bola



Em países muito pobres ou devastados por guerras, a maioria das crianças jamais conseguiria uma bola de futebol de verdade. Elas acabam jogando, sim, mas com outros objetos, como pedaços de sacolas plásticas, roupas enroladas e até mesmo cocos. Qualquer coisa que se assemelhe um pouco a uma bola serve.

O estúdio de design UnPlug de Seul, na Coréia do Sul, teve uma ideia que pode dar a essas crianças a oportunidade de jogar futebol (também outros jogos com bola). A Dream Ball, ou "Bola dos Sonhos", é montada a partir de uma embalagem - como as usadas por organizações como a ONU e a Cruz Vermelha para enviar alimentos e medicamentos a esses países.

As embalagens teriam marcas e picotes que facilitariam o destaque e a montagem da bola, e seriam feitas de papel reciclado, com espessura e elasticidade alteradas. Isso porque foi considerado que as crianças, nesses países, jogam descalças.

"Estas Dream Balls permitem às crianças uma oportunidade de jogar, trazendo assim a esperança de uma vida melhor", dizem os autores do projeto.







Fonte: Lovely Package

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Espaço para menina grávida

Nas décadas de 20 e 30 e no início dos anos 40, ela acondicionou todos os refrigerantes da Cia. Antarctica Paulista, da soda e do club soda ao guaraná e à água tônica. Até ser substituída, a partir de meados da década de 40, por outra garrafa também standard, de perfil mais moderno, a chamada "menina grávida" foi a sensação das mesas no que se refere a não alcoólicos. Hoje, com a crescente necessidade de diferenciação dos produtos pela embalagem, as garrafas padronizadas já não existem em refrigerantes, a não ser em PET. Assim, se o design das antigas "meninas grávidas" viesse a ser adaptado às atuais tendências de leveza, resistência mecânica e facilidade de transporte, elas dificilmente deixariam de ter seu espaço garantido. Com a palavra, a garrafa de vidro da Perrier.

Garrafa Menina Grávida

Nota publicada na seção Almanaque da EmbalagemMarca Nº 8 - Fevereiro de 2000

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Saquinhos de chá criativos

Dois conceitos para saquinhos de chá muito criativos. Um em forma de cabide, onde o saquinho é uma camiseta pendurada. Outro em forma de personalidades - no caso, políticos americanos, a família real inglesa - e strippers! E um terceiro ainda, no formato de pessoas.

O de cabides é projeto do designer Soon Mo Kang.
Saquinhos de chá tem embalagens criativas e inovadoras

Este é da alemã Donkey-Products
Saquinhos de chá tem embalagens criativas e inovadoras

E por fim, o trabalho do estúdio SangSang/Wdaru e foi apresentado durante um festival de design em Seul, em 2007.
Saquinhos de chá tem embalagens criativas e inovadoras

Fonte: Popsop.com

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Bijouterias feitas de latas usadas

O que você faz com a latinha após consumir a sua bebida preferida? Joga no lixo, certo? A artista Tamara Barker, não. Ela pega esses materiais usados e usa para produzir peças artesanais únicas, como bijouterias, broches e chaveiros, entre outros. No site da artista (Bakerbell Herbs and Heilooms)é possível ver alguns exemplos do que Tamara faz. Diversas marcas conhecidas estão presentes nas obras da artista.

peças artesanais feitas com embalagens usadas

peças artesanais feitas com embalagens usadas

peças artesanais feitas com embalagens usadas

peças artesanais feitas com embalagens usadas

peças artesanais feitas com embalagens usadas

Fonte: Popsop

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Chocolate Canivete Suíço

Feito com o legítimo chocolate suíço, o que chama a atenção nesta guloseima é a embalagem, baseada no design do consagrado canivete suíço, fabricado pela Victorinox. As barras (ou canivetes?) são recheadas com creme de avelã, e podem também vir embaladas numa latinha com 6 unidades. Todas são decoradas com o logo oficial do Exército Suíço. A barrinha custa 3,50 dólares e o pack com 6 sai por 25,95 dólares e podem ser encontrados aqui: Barrinha / Pack com 6



segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Força vendedora de Sansão

A americana Jackie Walls virou celebridade em seu país na década de 20 por uma excentricidade: os 2 metros e 34 centímetros de comprimento de seus cabelos. As longas melenas não haviam sido cultivadas à toa. Ela as usava para fazer propaganda de um tônico capilar de fabricação própria, engarrafado em pequenos frascos de vidro. Todavia, em 1931, para infortúnio da moça, suas tranças se emaranharam de tal modo que ela teve que cortá-las. O negócio logo faliu.

Clique na imagem para ampliar

Nota publicada na seção Almanaque da EmbalagemMarca Nº 41 - Janeiro de 2003
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